O futuro é fluido. O resultado, não.
Falar de resultados na educação brasileira exige, antes de tudo, reconhecer a complexidade do nosso cenário. Ainda temos desafios estruturais que impactam diretamente a aprendizagem: 15,2% das crianças brasileiras não estão alfabetizadas aos oito anos, e as avaliações mais recentes mostram que nossos alunos chegam ao fim da Educação Básica com até três anos de defasagem em relação ao aprendizado esperado. Os números escancaram uma emergência: não basta apenas medir resultados — é preciso redefinir o que chamamos de resultado.
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