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AFRICANIDADES BRASILEIRAS : O LEGADO DE PETRONILHA BEATRIZ
Uma homenagem à professora doutora Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, relatora do parecer que implantou as diretrizes que determinam a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira no Ensino Fundamental e no Ensino Médio, em comemoração aos 20 anos das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Ao todo, a publicação conta com nove artigos, escritos por diferentes autores, sobre a atuação da professora em prol da implantação das diretrizes.
Disponível para download gratuito em: https://mod.lk/ed29_fv1.

INESQUECÍVEIS
Em Inesquecíveis, Kiusam de Oliveira celebra pessoas que deixaram marcas profundas por suas histórias, conquistas e formas de resistência. Em um poema potente e sensível, a autora valoriza memórias, afetos e trajetórias de quem ajudou a construir caminhos de luta e transformação. A obra convida a reconhecer a importância da ancestralidade, da identidade e das vozes negras que, apesar das tentativas de apagamento, permanecem vivas e inspiram novas gerações. Uma leitura sobre a memória, o pertencimento e a força de quem nunca deixou de lutar.
À venda nas principais livrarias do Brasil. Saiba mais em: https://mod.lk/ed29_fv2.

PEQUENO MANUAL ANTIRRACISTA
Uma obra premiada, que trata de temas como racismo, negritude, branquitude, violência racial, cultura, desejos e afetos e argumenta que a prática antirracista é urgente e se dá nas atitudes mais cotidianas. E mais ainda: é uma luta de todas e todos. Tudo isso em onze capítulos curtos e contundentes, em que a filósofa e ativista Djamila Ribeiro apresenta caminhos de reflexão para aqueles que queiram aprofundar sua percepção sobre discriminações racistas estruturais e assumir a responsabilidade pela transformação do estado das coisas!
À venda nas principais livrarias do Brasil.

OLHOS D’ÁGUA
Em Olhos d’água, Conceição Evaristo apresenta histórias de mulheres negras que vivem diferentes desafios, mas carregam marcas e sentimentos em comum. Com uma escrita sensível e poética, a autora aborda temas como a pobreza, a violência, a desigualdade e os laços que unem mães, filhas, avós, amantes e famílias. Seus contos revelam personagens fortes, reais e complexas, mostrando a vida cotidiana da população afro-brasileira sem romantizar suas dificuldades. Entre dores, memórias e resistências, Conceição constrói um retrato emocionante de pessoas que seguem encontrando caminhos para existir, amar e lutar.
À venda nas principais livrarias do Brasil.

UM DEFEITO DE COR
Em Um defeito de cor, Ana Maria Gonçalves narra a trajetória de Kehinde, uma mulher negra que, ainda criança, é sequestrada no Reino do Daomé e trazida ao Brasil como escravizada. Ao longo de sua vida, ela enfrenta perdas, violências e desafios, mas também constrói relações, encontra formas de resistência e luta pela própria liberdade. Inspirado na história de Luísa Mahin, o romance acompanha suas viagens, conquistas e descobertas, revelando um retrato emocionante da diáspora africana e da formação da sociedade brasileira. Com pesquisa histórica e uma narrativa envolvente, o livro resgata vozes e memórias que por muito tempo foram silenciadas.
À venda nas principais livrarias do Brasil.

O MOVIMENTO NEGRO EDUCADOR: SABERES CONSTRUÍDOS NAS LUTAS POR EMANCIPAÇÃO
Nilma Lino Gomes mostra como o Movimento Negro brasileiro e o Movimento de Mulheres Negras produzem conhecimentos fundamentais para compreender a questão racial no Brasil. A autora destaca o papel desses movimentos na transformação da educação, na construção de novas formas de pensar a escola e na valorização de histórias e experiências muitas vezes deixadas de lado. A obra revela como esses saberes se transformaram em lutas, conquistas e políticas públicas, contribuindo para uma educação mais inclusiva, diversa e comprometida com a justiça social.
À venda nas principais livrarias do Brasil.

FILME | MEDIDA PROVISÓRIA
Primeiro longa dirigido por Lázaro Ramos, Medida provisória apresenta o Brasil em um futuro distópico no qual uma medida do Governo determina que pessoas negras sejam enviadas de volta à África como uma suposta forma de reparação histórica. A partir disso, o filme acompanha a vida de personagens que enfrentam o medo, a separação e a necessidade de resistir diante de uma sociedade marcada pelo racismo. Com uma mistura de drama e reflexão, a obra provoca debates sobre identidade, memória, desigualdade e as consequências de apagar a história de um povo. Inspirado na peça Namíbia, não!, de Aldri Anunciação, o filme convida o público a pensar sobre o passado e os caminhos para construir um futuro mais justo.
Disponível na Globoplay em: https://mod.lk/ed29_fv3.
